A TI corporativa está migrando de soluções monolíticas para stacks modulares orientados por plataformas internas, em que integração, governança e custo entram no desenho desde o início.
A IA aplicada deixa o laboratório e chega à engenharia de produto, com modelos pequenos e domínio específico em alta demanda, exigindo ferramentas de governança de dados, versionamento de modelos e controle de custos.
Platform engineering ganha escala: equipes de enablement constroem catálogos de serviços; quando a plataforma interna é tratada como produto, startups vão de fornecedores a parceiros de core, desde que cumpram padrões de identidade, logging e segregação.
Regulação e soberania digital entram no planejamento: o Brasil discute o PL 2.338/2023 e o papel da ANPD, o que aumenta clareza sobre responsabilidade, auditoria e continuidade com terceiros.
O ecossistema muda de comprar software para compor capacidades; a organização precisa mapear dados, APIs, telemetria, governança e custos; contratos passam a ter papel crítico para resiliência.
Startups como especialização, integração e governança: dados, automação, observabilidade, proteção de APIs e FinOps; Abstartups aponta que SaaS B2B predomina, com startups em tração e escala que já operam em camadas sensíveis.
Para levar startups do piloto à produção sem aumentar exposição, a empresa deve padronizar integrações, gerenciar identidades, observabilidade e dados desde o PoC, com gatilhos de escala, governança de terceiros, e controles proporcionais.