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Vivo fecha 2025 com lucro de 6,17 bi

Image © Telesintese
Resultados de 2025 indicam forte geração de caixa e expansão de serviços de fibra e mobilidade, com destaque para o pós-pago e a rede 5G.

No quarto trimestre isolado, a Telefônica Vivo registrou lucro líquido de 1,87 bilhão, avanço de 6,5% na comparação anual, impulsionado pelo crescimento do celular pós-pago e pela expansão da banda larga fixa. A empresa informou que o total de casas passadas com fibra atingiu 31 milhões, ampliando a convergência de serviços para o consumidor.

No acumulado de 2025, o lucro líquido atingiu 6,16 bilhões, alta de 11,2% ante 2024, refletindo maior geração de caixa e evolução operacional. A receita operacional líquida do ano somou 59,59 bilhões, incremento de 6,7%, com investimento total (Capex) de 9,27 bilhões, equivalente a 15,6% da receita.

No trimestre, a receita líquida foi de 15,61 bilhões, crescendo 7,1% em relação ao quarto trimestre de 2024. O EBITDA reportado chegou a 6,69 bilhões, com margem de 42,9%, enquanto o EBITDA ex-efeitos da migração da concessão registrou 6,59 bilhões, alta de 17,7% e margem de 42,3%.

O fluxo de caixa operacional somou 4,33 bilhões no quarto trimestre, com margem de 27,8%. No ano, o caixa operacional atingiu 15,55 bilhões, alta de 13,4%, mantendo boa geração de caixa. O fluxo de caixa livre do trimestre foi de 2,28 bilhões, salto de 111,9% em relação ao 4T24, chegando a 9,15 bilhões em 2025.

A base móvel encerrou 2025 com 103 milhões de acessos, sendo 70,8 milhões de pós-pagos (68,7% da base móvel). A receita de serviço móvel cresceu 7% no 4T, impulsionada pelo pós-pago, cuja receita subiu 9,0% e passou a representar 85,8% da receita do segmento. O ARPU móvel ficou em 31,8 reais, e o churn pós-pago permaneceu em 1,0%.

A Vivo manteve cobertura 5G em 716 municípios, um avanço de 1,4 vez frente ao ano anterior, cobrindo 67,7% da população. No 4T, 97,1% dos smartphones vendidos eram compatíveis com 5G.

Na banda larga fixa, a empresa atingiu 31 milhões de casas passadas com fibra, alta de 6,4% no ano, com 1,9 milhão de novos domicílios. A base FTTH chegou a 7,8 milhões de acessos, crescimento de 12%, e a penetração da fibra atingiu 25,2%. O churn de FTTH caiu para 1,4% no trimestre. Ainda no âmbito de fibra, 4,9 milhões de acessos são convergentes com serviços móveis, representando 3,4 milhões por meio da oferta Vivo Total, que cresceu 40,9% no ano e passou a representar 43,2% da base de FTTH.

No conjunto de 2025, a Vivo encerrou o ano com 116,7 milhões de acessos totais, leve alta de 0,6% na comparação anual. O resultado operacional do ano refletiu menor intensidade de investimentos, com o Capex total equivalendo a 15,6% da receita.

 

Telesintese

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