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São Paulo adere ao padrão nacional de NFS-e

Image © Convergenciadigital
São Paulo formalizou adesão ao padrão nacional da NFS-e, integrando-se ao Ambiente Nacional de Dados (ADN) para emissão e armazenamento.

O município de São Paulo aderiu ao padrão nacional de nota fiscal de serviços (NFS-e), com emissão e armazenamento eletrônicos no Ambiente Nacional de Dados (ADN). A NFS-e já processa cerca de 30 milhões de documentos por mês, segundo dados oficiais, ampliando a circulação de informações tributárias entre entidades públicas e privadas.

A adesão, anunciada no final de 2025, elevou o processamento diário de documentos em função da entrada do município no sistema, que já se soma a outras capitais como Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba, que já estavam integradas à plataforma. A migração de São Paulo, concluída no dia 22 de dezembro, gerou um aumento estimado em cerca de 2,5 milhões de documentos por dia útil.

A padronização tem como foco a melhoria da qualidade das informações, a redução de custos e o aumento da eficiência, contribuindo para a competitividade das empresas brasileiras ao simplificar obrigações acessórias, dispensar a emissão e guarda de documentos em papel e reduzir a burocracia.

Unificação e transparência

A geração da NFS-e ocorre de forma automática por meio de serviços informatizados disponibilizados aos contribuintes. Com a validação de dados, a nota fiscal é gerada de modo único, promovendo o compartilhamento de informações entre administrações tributárias e a consolidação de uma base de dados integrada. Esta centralização facilita a fiscalização e elimina descontinuidades entre sistemas locais.

Adaptação à Reforma Tributária

Segundo especialistas, a NFS-e já está preparada para calcular o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência municipal e estadual, e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de âmbito federal, em substituição ao ISS e ao PIS/Cofins, de forma gradual conforme o período de transição previsto na legislação. Diferentemente do modelo atual, o IVA passará a incidir sobre o valor líquido da operação, conforme o novo arcabouço tributário.

Como reflexo da implementação, o governo espera reduzir o custo Brasil por meio da simplificação de obrigações, bem como pela eliminação de papéis e pela devida modernização dos processos administrativos. Ainda que as vantagens sejam expressivas, usuários têm relatado lentidão e gargalos nos primeiros dias de janeiro, sinalizando a necessidade de ajustes operacionais futuros.

 

Convergenciadigital

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