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Revolução health tech: capital e gestão

Image © Convergenciadigital
Felipe Zaghen, CEO da Invest Tech, descreve a estratégia de desinvestimento na Intuitive Care e analisa aprendizados sobre a transformação tecnológica na saúde no Brasil.

A Invest Tech divulgou o desinvestimento na Intuitive Care, Health Tech que automatiza e otimiza processos financeiros de instituições de saúde, repetindo uma estratégia já observada com a Huntington. Segundo o texto, a metodologia envolve selecionar empresas com diferenciação estratégica, apoiar sua gestão, acelerar negócios e, por fim, buscar compradores para a participação da Invest Tech, gerando retornos para os investidores.

As operações ocorreram em cenários desafiadores, caracterizados por crises econômicas e juros elevados. Nesse contexto, fica a convicção de que construir empresas resilientes, com modelos escaláveis e sustentáveis, não apenas resiste às tempestades, mas pode prosperar — especialmente quando a tecnologia atua como catalisador.

A tecnologia, especialmente a inteligência artificial (IA) e a automação, amplia possibilidades no setor de saúde. Contudo, o texto ressalta que a virada não vem apenas do capital, mas da combinação entre capital e gestão — a liderança, a governança e a capacidade de execução são determinantes para transformar inovações em resultados reais.

O autor aponta que a revolução das health techs aproxima profissionais de saúde e tecnologia, criando ecossistemas fortalecidos por IA que vão além de diagnósticos mais precisos e terapias personalizadas. Plataformas de atendimento remoto, prevenção e hiperpersonalização já estão em operação, acelerando o acesso e a eficiência do sistema.

No Brasil, o setor de saúde representa cerca de 10% do PIB, enfrentando fragmentação, baixa interoperabilidade de dados, desperdício de recursos e sobrecarga de estruturas. Startups estão desafiando esse cenário ao redesenhar a experiência do paciente, conectando dados entre sistemas e promovendo prevenção. O texto também enfatiza o papel do capital de risco e private equity, que passam a olhar o setor com maior atenção, buscando impactos sociais tangíveis aliadas a retorno financeiro.

Nesse contexto, a IA é citada como aceleradora de diagnóstico, priorização de exames, previsão de eventos adversos e apoio a decisões clínicas — sem substituir médicos, mas fornecendo aos profissionais dados e velocidade necessários. O texto conclui que o interesse por soluções centradas no ser humano tende a crescer, e que investidores como a Invest Tech, em parceria com o The Collab, pretendem investir e orientar empresas inovadoras no setor.

 

Convergenciadigital

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