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Nvidia lança fábricas de IA integradas

Image © Telesintese
A Nvidia apresentou no GTC 2026 uma solução integrada para data centers de IA que combina arquitetura Vera Rubin DSX, blueprint Omniverse DSX e software Dynamo 1.0, unificando hardware, software e operação em um único pacote.

Na abertura do GTC 2026, a Nvidia apresentou uma plataforma integrada para data centers de IA, reunindo a arquitetura Vera Rubin DSX, o blueprint Omniverse DSX para gêmeos digitais, o software de inferência Dynamo 1.0, a CPU Vera, a arquitetura de storage BlueField-4 STX e a plataforma Vera Rubin.

A companhia afirma que a oferta cobre todo o ciclo de implantação de capacidade: desde o desenho da infraestrutura, validação por meio de simulação até a operação de cargas de treinamento e inferência em produção.

A Vera Rubin DSX é descrita como referência de infraestrutura “codesigned”, integrando computação, rede, storage, energia, resfriamento e sistemas de controle, enquanto o Omniverse DSX Blueprint permite criar gêmeos digitais com precisão para projeto, expansão e operação. Entre os parceiros do ecossistema aparecem Cadence, Dassault Systèmes, Eaton, Schneider Electric, Siemens, Trane e Vertiv.

A pilha de software é aberta, modular e conectada a sistemas de energia e refrigeração, com a métrica “tokens por watt” para medir eficiência — um ponto-chave diante de gargalos energéticos que freiam expansões de IA. A Nvidia cita atrasos de mais de US$ 300 bilhões na aquisição de equipamentos e 200 gigawatts de filas de interconexão apenas nos EUA, trabalhando com Emerald AI, GE Vernova, Hitachi e Siemens Energy para ampliar o acesso à rede.

No lado de hardware, o Dynamo 1.0 é apresentado como software de inferência open source capaz de escalar em GPUs Blackwell, com desempenho potencial de até 7x; a Vera CPU promete até 2x eficiência e 50% de ganho de desempenho frente CPUs convencionais; a BlueField-4 STX pode alcançar até 5x throughput de tokens, até 4x mais eficiência energética e ingestão de dados 2x mais rápida. A plataforma Vera Rubin já agrega sete chips em produção, com cinco tipos de racks para cobrir pré-treinamento, pós-treinamento, scaling em tempo de teste e inferência.

Segundo a Nvidia, o movimento representa uma mudança de escopo: deixar de vender apenas chips para oferecer o data center de IA como um sistema completo, com hardware, software, armazenamento, rede, simulação e desenho operacional num único pacote.

 

Telesintese

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