Tools

News

Notícias

Classificados

Cursos

Broker

IPv4:

IPv6:

 

UpOrDown
Ping
MTR
Smokeping
MTU Detect
Portscan
DNS
HTTP/SSL
My IP
IP Calc
IP Extractor

FCC autoriza 7,5 mil Starlink Gen 2

Image © Itshow
A FCC dos EUA aprovou a operação de mais 7,5 mil satélites de baixa órbita (LEO) da Starlink Gen 2, elevando o total licenciado para 15 mil e ampliando a capacidade de internet de alta velocidade em escala global.

A Federal Communications Commission (FCC) dos Estados Unidos aprovou a operação de mais 7,5 mil satélites de baixa órbita (LEO) da segunda geração da Starlink. A decisão eleva para 15 mil o total licenciado da Gen 2, representando metade do que a SpaceX havia solicitado para 2025. A expansão coloca a Starlink como líder em uma infraestrutura espacial de telecomunicações em rápida escala.

Segundo o órgão regulador, a liberação permitirá à SpaceX oferecer internet de alta velocidade e baixa latência em escala global, incluindo cobertura móvel aprimorada e serviços diretamente do espaço. A agência ressalta que a mudança é um marco para conectividade global e pode acelerar a adoção de serviços satelitais em mercados remotos.

Conectividade direta ao celular entra no centro da estratégia

Um dos pontos centrais da nova autorização é a ampliação da tecnologia de direct-to-cell (D2D), que permitirá que dispositivos móveis se conectem diretamente aos satélites, sem a necessidade de antenas terrestres intermediárias. Fora dos EUA, essa função é vista como diferencial competitivo relevante, especialmente em áreas rurais e mercados emergentes; nos EUA, a tecnologia já está em fase comercial, sinalizando maturidade operacional.

Novas camadas orbitais e altitudes mais baixas

A FCC também autorizou que os satélites da Gen 2 operem em altitudes entre 340 km e 485 km, o que reduz a latência — benefício importante para aplicações empresariais, IoT industrial e mobilidade conectada. Em contrapartida, o gerenciamento orbital e a mitigação de detritos exigem coordenação internacional mais robusta.

Atualização tecnológica e flexibilização regulatória

A licença permite atualizações de frota com tecnologias mais avançadas, eliminando exigências consideradas obsoletas. Entre os pontos citados pela FCC estão a flexibilização de restrições que impediam a sobreposição de feixes de sinal e o aumento de capacidade da rede, acelerando a inovação, porém levantando questões sobre concorrência e dependência de infraestruturas privadas para serviços críticos.

Impacto para TI e cibersegurança e a corrida LEO

Para CIOs, CISOs e líderes de infraestrutura, a expansão da Starlink Gen 2 representa oportunidades de continuidade de negócios com redundância de links globais, mas também amplia a superfície de risco. Em um cenário de tensões geopolíticas, a conectividade via satélite se torna um ativo estratégico e, ao mesmo tempo, um possível alvo de ataques, exigindo novos modelos de monitoramento e governança de segurança.

A decisão reforça a corrida global por constelações LEO, consolidando Starlink como protagonista da conectividade universal. Governos e corporações passam a enxergar a conectividade orbital como parte de estratégias de soberania digital, resiliência operacional e competitividade econômica.

 

Itshow

Notícias relacionadas

Divergência MME e Aneel sobre cessão de postes
Brisanet dobra base móvel em 2025
Vivo anuncia Rogério Takayanagi como VP de engenharia e serviços
GT fará minuta da Política Nacional de Infraestruturas Críticas
Oi: Justiça prorroga blindagem de pagamentos até abril
Rogerio Takahyanagi assume Vivo como VP Engenharia

O ISP.Tools sobrevive graças aos anúncios.

Considere desativar seu bloqueador de anúncios.
Prometemos não ser intrusivos.

Consentimento para cookies

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no nosso site.

Ao utilizar o nosso site, você concorda com o uso de cookies. Saiba mais