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Falência da Serede decretada no RJ

Image © Telesintese
A Justiça do Rio de Janeiro decidiu antecipar, em parte, os efeitos da falência da Serede, reconhecendo a inviabilidade financeira da empresa em recuperação e colocando em evidência o debate sobre a condição de seus trabalhadores.

A decisão foi proferida pela juíza Simone Gastesi Chevrand, da 7ª Vara Empresarial da Capital, onde tramitam os processos de recuperação do Grupo Oi e de empresas ligadas. A magistrada afirmou a convolação da recuperação em falência com base em relatório de viabilidade financeira, apontando deterioração contínua do patrimônio líquido da Serede desde junho de 2025 e agravamento da pressão por liquidez.

Segundo o tribunal, a Serede hoje opera com apenas dois contratos — o de NOC (gestão da rede da Oi) e o de retirada de cobre — mas mantém pendências de pagamento desde fevereiro de 2025, somando R$ 44.383,58, além de débitos relevantes do Grupo Oi estimados em cerca de R$ 300 milhões. O relatório aponta um passivo total em torno de R$ 800 milhões, o que, segundo o juízo, inviabiliza o cumprimento de obrigações pela subsidiária.

Outro aspecto destacado é o contingente de funcionários: dos 4.759 empregados, 1.741 estariam ociosos, sem recursos para pagamento de rescisões contratuais, o que aumenta a pressão sobre o caixa da empresa. A magistrada disse que a antecipação dos efeitos da falência busca dar transparência à situação da empresa e oferecer clareza aos trabalhadores sobre sua condição laboral.

Entre as medidas determinados, o juízo decidiu: suspender as obrigações extraconcursais vencidas e vincendas por 60 dias; determinar a rescisão automática dos contratos vigentes; autorizar o início imediato da arrecadação dos bens; permitir à administradora judicial celebrar rescisões de contratos de trabalho, em articulação com os sindicatos; manter Tatiana Binato como Administradora Judicial

A decisão também prevê o levantamento do segredo de justiça, envio dos autos ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro para manifestação sobre a convolação da recuperação judicial em falência e aponta que Tahto, outra subsidiária da Oi, permanecerá em recuperação judicial.

O texto ressalta que a recuperação da controladora Oi pode seguir, mesmo com a convolação de uma subsidiária para falência. A Serede não presta serviços públicos essenciais nem serviços privados estratégicos, o que, segundo o juízo, não sustenta a continuidade de suas atividades.

 

Telesintese

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