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Brisanet vê 700 MHz como âncora para 5G

Image © Convergenciadigital
Leilão da faixa de 700 MHz começa em 15/4, com Brisanet expandindo atuação no Centro-Oeste e ressaltando a importância estratégica da frequência para ampliar cobertura, especialmente no interior.

O leilão da faixa de 700 MHz, iniciado nesta quarta-feira (15/4) com a entrega dos envelopes, reacende a competição entre grandes operadoras e novos players regionais que buscam ampliar atuação além de seus estados de origem. A Brisanet já traça planos para o Centro-Oeste, com a previsão de ativar cerca de 120 cidades ainda neste ano, fortalecendo sua presença no interior do país.

Para o CEO da Brisanet, José Roberto Nogueira, o novo processo representa uma correção tardia de rota após o leilão do 5G, realizado em 2021. Segundo ele, a decisão de não associar a faixa de 700 MHz à de 3,5 GHz comprometeu a eficiência dos investimentos feitos nos últimos anos. “O engenheiro do setor sabe que a frequência de 3,5 GHz precisa de uma âncora, que é o 700 MHz”, afirmou.

Na avaliação de Nogueira, a ausência dessa combinação levou a um uso menos eficiente de recursos, especialmente no Nordeste, onde a Brisanet concentra sua atuação. “Poderíamos ter coberto 50% a mais da área geográfica com o mesmo investimento”, completou.

A faixa de 700 MHz é considerada essencial por sua maior capacidade de cobertura e penetração de sinal, o que a torna ideal para áreas rurais ou de baixa densidade populacional. Nogueira destacou que a empresa já iniciou operações no Centro-Oeste e pretende ativar cerca de 120 cidades ainda este ano, mas reforça que a eficiência dessas redes depende diretamente do acesso a essa frequência.

Sobre a aposta da Anatel em uma solução de rede neutra para a faixa de 700 MHz — como se deu no leilão de 2021 —, ele diz que não funcionou. “A Anatel na época teve uma boa intenção de contemplar o operador de rede neutra, tava na moda no mundo, então vamos colocar o operador de rede neutra para atender, mas não funcionou. Agora esperamos que seja reparado esse complemento de espectro que não veio junto. Já perdemos cinco anos de oportunidade”, destacou.

Do lado regulador, Vinicius Caram, superintendente de outorgas e recursos à prestação da Anatel, enfatizou que o objetivo central é ampliar a conectividade em regiões hoje desassistidas. “Este leilão segue um modelo não arrecadatório para trazer expansão da conectividade para o Brasil, com previsão de atender mais de 800 novas localidades no interior, além de mais de 218 trechos de rodovias federais, somando cerca de 7 mil quilômetros”, disse.

Com a abertura de propostas prevista para 30 de abril, as partes buscam evitar surpresas que atrapalhem o cronograma. O regulador ressalta o caráter público e não arrecadatório da licitação, mantendo o foco na ampliação da conectividade em regiões hoje desassistidas.

 

Convergenciadigital

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