A Telefónica informou que a operação no Brasil respondeu por €2,207 bilhões (aproximadamente R$12,97 bilhões em câmbio direto) em tributos diretos e indiretos em 2025, tornando o Brasil o segundo maior mercado do grupo em volume de tributos, atrás apenas da Espanha, que registrou €3,043 bilhões (R$ 17,9 bilhões) no mesmo período.
No total, o grupo espanhol contabilizou contribuição fiscal de €7,472 bilhões nos países em que opera. Desse montante, €2,360 bilhões corresponderam a impostos suportados diretamente pela empresa, enquanto €5,112 bilhões foram classificados como impostos arrecadados de terceiros e repassados às autoridades fiscais.
A Telefónica ainda informou que destinou €21,30 a cada €100 de receita ao pagamento de tributos em 2025. O indicador engloba impostos sobre sociedades, taxas locais, contribuições à seguridade social e outras obrigações fiscais nacionais e regionais, além de valores recolhidos de terceiros.
Na distribuição por mercados, a Espanha concentrou o maior volume de contribuição fiscal da Telefónica, com €3,043 bilhões. O Brasil veio em seguida, com €2,207 bilhões, e a Alemanha aparece em terceiro, com €1,224 bilhão. No Brasil, a Telefónica atua por meio da Vivo, fornecedora líder de telecomunicações do país, com presença em serviços móveis, banda larga fixa, fibra óptica, serviços digitais e atendimento a empresas.
Segundo o informe, o Brasil representa aproximadamente 29,5% do total global informado pela Telefónica para 2025. A política fiscal da companhia afirma seguir diretrizes da OCDE e está vinculada a princípios de integridade, transparência e compromisso, com governança fiscal supervisionada pelo Conselho de Administração e mecanismos de controle interno.”