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2026: Prioridades de GRC em TI

Image © Itshow
2026 começa agora, com a revisão das prioridades de GRC em TI. A Gartner aponta frentes críticas — cibersegurança, governança de dados e conformidade regulatória — exigindo que a auditoria interna se torne um pilar estratégico capaz de entregar garantias concretas.

Contexto de 2026: 2026 começa agora, com as organizações revisando prioridades de GRC em TI e avaliando planos de auditoria diante de riscos cada vez mais digitais e regulatórios.

1. Auditoria interna como linha de defesa estratégica Nos últimos meses, a Gartner indicou que auditores reconhecem a importância de cobrir cibersegurança, dados e compliance, mas ainda carecem de preparação técnica para uma visão integrada. Reguladores também ajustam exigências conforme a maturidade de governança e controles. A lição para 2026 é clara: a avaliação da auditoria não será medida pela quantidade de relatórios, mas pela efetividade demonstrada e pela capacidade de apoiar decisões estratégicas.

2. Cibersegurança deixa de ser tema técnico e vira tema de conselho Uma pesquisa recente aponta que 90% dos membros de conselhos não confiam plenamente no valor dos investimentos em cibersegurança. Como resultado, até 2026 metade dos executivos C‑level deverá ter metas de cibersegurança atreladas a contratos e bônus. A auditoria interna passa a validar métricas, testar controles e garantir que indicadores reflitam riscos reais de negócio.

3. Governança de dados e IA: o risco invisível A governança de dados e o uso crescente de IA elevam o patamar de complexidade. Muitas organizações ainda não possuem mecanismos eficazes para mapear, governar e auditar o uso de IA em processos regulados. A pergunta não é quem usa IA, mas quem governa, quem responde e quem audita essas decisões.

4. Compliance regulatório: menos tolerância a estruturas fragmentadas Reguladores e conselhos querem integração entre riscos, controles, auditoria e tecnologia. A consolidação de plataformas de GRC indica que processos manuais não escalam para 2026. Para a auditoria interna, isso significa migrar de avaliações pontuais para monitoramento contínuo, com evidências automatizadas e visão transversal.

5. Radar para começar o ano certo

  • Capacidade técnica da auditoria interna
  • Alinhamento com o conselho e a alta gestão
  • Maturidade de GRC e tecnologia de suporte
  • Governança de dados e IA formalizada
  • Evidência de valor

2026 não será apenas sobre auditar mais, mas sobre auditar melhor. As projeções da Gartner refletem um ambiente em que riscos digitais evoluem mais rápido que estruturas de controle, exigindo respostas rápidas, dados confiáveis e controles efetivos. Começar já significa revisar planos, desenvolver competências e reposicionar a auditoria interna como pilar de governança.

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Itshow

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