A parceria entre Vivo e Natura voltada às comunidades remotas da Amazônia já entregou cobertura móvel em 63 localidades da região, impactando diretamente cerca de 1,7 mil famílias fornecedoras de matéria-prima. No total, foram mapeadas 74 localidades, identificando a carência de infraestrutura de telecomunicações na região.
As empresas buscam levar conectividade para aumentar a eficiência produtiva das cadeias da sociobiodiversidade e promover a inclusão digital de povos tradicionais, conectando cooperativas, viveiros e comunidades ribeirinhas.
Historicamente, a ausência de infraestrutura dificultava operações: dados de plantio e colheita eram registrados em planilhas offline e enviar informações ou emitir notas fiscais exigia viagens por horas de barco e estrada até a cidade mais próxima. Em 2023, Natura propôs o desafio à Vivo, alinhando o projeto à estratégia ESG de inclusão digital. Hoje, as cooperativas operam em tempo real e realizam transações financeiras digitais.
Além de modernizar a produção, a conectividade incentiva a permanência de jovens nas comunidades, abrindo oportunidades de estudo e trabalho remoto e promovendo treinamentos digitais para agricultores e ribeirinhos.
“Ao conectar comunidades parceiras da Natura, a Vivo contribui para a modernização produtiva, o fortalecimento da economia local e a criação de novas oportunidades. Temos como propósito digitalizar para aproximar as pessoas e o futuro da Amazônia”, afirma Karina Baccaro, diretora de Marketing e Operações B2B da Vivo. “O projeto mostra como empresas de setores diferentes podem gerar impacto positivo em larga escala, garantindo a sustentabilidade de cadeias de suprimento e reforçando o pioneirismo da Natura em bioeconomia”, ressalta.
Paralelamente ao avanço da conectividade, a Vivo anunciou o projeto Floresta Futuro Vivo, com restauração de 800 hectares (cerca de 900 mil árvores nativas) para proteger a biodiversidade e gerar renda via bioeconomia nos próximos 30 anos.