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Vivo não mira Oi Soluções no B2B

Image © Convergenciadigital
Vivo afirma que, neste momento, não há negociação em curso para adquirir a Oi Soluções, unidade B2B da operadora. A empresa sinaliza que só avaliaria propostas estruturadas se houvesse benefício claro para o negócio.

A Vivo afirma que, neste momento, não existe negociação em curso para aquisição da Oi Soluções. A unidade focada no mercado B2B da Oi é vista como um ativo que a direção pretende vender rapidamente para evitar a liquidação judicial da companhia—e, por ora, está fora do radar de uma possível compra pela Vivo.

Durante entrevista para avaliar os resultados do terceiro trimestre, o presidente da Vivo, Christian Gebara, reforçou que não há negociação ativa com a Oi Soluções. Caso apareçam oportunidades mais estruturadas no futuro, a empresa avaliaria, mas destacou que o perfil da Oi Soluções difere bastante das empresas que já foram adquiridas pela Vivo, como a Vivo IT e a IPNet.

No âmbito do negócio B2B, a Vivo mostrou crescimento expressivo. A receita de Dados Corporativos, TIC e Serviços Digitais avançou 22,8% no trimestre, totalizando 1,4 bilhão de reais. Nos últimos 12 meses, a linha acumula cerca de 5,1 bilhões, sustentada pela expansão de soluções em cloud, cibersegurança, big data, IoT e mensageria.

Quanto à banda larga fixa, a companhia reiterou que não enxerga aquisições como caminho imediato para acelerar o crescimento. A Vivo permanece com movimentos estratégicos para consolidar sua atuação, incluindo a integração da Fibrasil, recomprada por 850 milhões de reais, que já impulsiona a penetração da fibra até 31,5 milhões de domicílios.

No âmbito de ativos, a Vivo projeta vender até 2028 cerca de 4,5 bilhões de reais, com 3 bilhões de cobre e 1,5 bilhão em imóveis herdados do legado STFC. No terceiro trimestre, as vendas somaram 34 milhões de reais em cobre e aproximadamente 200 milhões em imóveis.

Do ponto de vista financeiro, a empresa reportou lucro líquido de 1,9 bilhão de reais no 3º trimestre de 2025, frente aos 1,68 bilhão do mesmo período de 2024. A receita total atingiu 14,9 bilhões, com EBITDA de 6,5 bilhões e margem de 43,4%. A base total de acessos chegou a 116,6 milhões, com destaque para a fibra e o crescimento da oferta convergente Vivo Total, que representou 85,1% das novas adesões de fibra no trimestre.

 

Convergenciadigital

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