Tools

News

Notícias

Classificados

Cursos

Broker

IPv4:

IPv6:

 

UpOrDown
Ping
MTR
Smokeping
MTU Detect
Portscan
DNS
HTTP/SSL
My IP
IP Calc
IP Extractor
Uptime Monitor

Top 5 Ameaças no Brasil 2025

Image © Itshow
Relatório da ESET aponta as cinco maiores ameaças no Brasil em 2025, com trojans bancários e phishing no topo e impactos para empresas em 2026.

Um levantamento com telemetria de 2025 da ESET aponta as cinco ameaças mais detectadas no Brasil, lideradas por trojans bancários e phishing. O ranking reúne técnicas de engenharia social e cadeias de infecção que abrem caminho para ataques maiores, servindo de alerta a líderes de TI para 2026.

1) Trojans bancários (Bankers) aparecem com participação de 11,47% das detecções, refletindo a forte atividade de bancos, carteiras digitais e pagamentos. A persistência dessa família decorre da reutilização de técnicas e da capacidade de ampliar o raio de ações uma vez que o primeiro acesso é obtido.

2) Phishing.Agent ocupa a segunda posição, com 7,49%. Em 2025, iscas mais convincentes e personalizadas, muitas vezes com conteúdo gerado por IA, chegaram por múltiplos canais — e-mails, mensagens e ligações — dificultando a detecção. Para líderes de TI, a lição é clara: não basta treinamento anual; é preciso proteção técnica robusta, autenticação forte e campanhas contínuas de conscientização.

3) Downloader Rugmi representa 6,48% das detecções, atuando como o que se costuma chamar de preparador de terreno. Ele avalia o sistema, identifica brechas e verifica a eficácia das defesas antes de entregar a carga final, tornando a gestão de vulnerabilidades crucial para evitar a progressão do ataque.

4) Guildma, o banker local, aparece com 5,8% e combina recursos de trojan bancário com monitoramento da jornada de acesso — captura de tela, keylogging e emulação de mouse/teclado. Em conjunto com phishing, o Guildma atua como o segundo ato do ataque, facilitando o deslocamento do invasor.

5) Kryptik fecha a lista com 5,08%, notable pela evasão e entrega de outras cargas. O Kryptik marca presença como agente de intrusão que pode permanecer no ambiente para instalar módulos adicionais, roubar dados ou preparar cenários mais graves como ransomware.

Para 2026, o recado é pragmático: reduza o tempo entre a isca e a detecção, ou seja, o “tempo de clique”. Menos tempo para o atacante se movimentar significa menor chance de virar incidente. Além disso, o estudo aponta que incidentes no Brasil já impactaram contratos e operações, reforçando a necessidade de visão de risco operacional, não apenas de TI.

Medidas recomendadas incluem proteção de endpoints e de e-mail, MFA bem implementado, patches e atualizações constantes, e um programa de conscientização com simulações que falem a linguagem do negócio, acompanhado de métricas para monitorar progresso. Em 2025, engenharia social abriu a porta; em 2026, a pergunta é se as organizações vão conseguir fechá-la a tempo para impedir o incidente.

 

Itshow

Notícias relacionadas

Oi: Anatel pode rever acordo de fim de concessão
Ceará adere Declaração Belém de Compras Sustentáveis
Telefónica busca liderar consolidação de telecom na Europa
Microsoft abre 15 mil vagas para certificações IA
Soberania tecnológica começa pela indústria nacional
AWS aponta 6G com IA nas redes

O ISP.Tools sobrevive graças aos anúncios.

Considere desativar seu bloqueador de anúncios.
Prometemos não ser intrusivos.

Consentimento para cookies

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no nosso site.

Ao utilizar o nosso site, você concorda com o uso de cookies. Saiba mais