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Risco de terceiros: vazamentos e efeito dominó 2026

Image © Itshow
Vazamentos envolvendo terceiros já não afetam apenas fornecedores: criam um efeito dominó que pode paralisar operações, provocar fraudes e expor segredos industriais. Dados de grandes pesquisas e evidências brasileiras apontam para a necessidade de governança ampla de cadeias de suprimentos.

Segundo o Verizon DBIR 2024, 20% dos breaches globais envolvem vulnerabilidades em terceiros — fornecedores ou parceiros — que frequentemente servem como porta de entrada para ataques mais graves, como ransomware, espionagem industrial ou fraudes financeiras. Este dado reforça a ideia de que terceiros não são apenas provedores, mas extensões da defesa corporativa que exigem visibilidade e controle contínuos.

No Brasil, o ecossistema de startups, nuvens públicas e integrações globais elevou a criticidade desse risco: em 2023, vazamentos envolvendo terceiros representaram 35% dos incidentes reportados à ANPD, muitas vezes escalando para crises mais amplas na operação.

O risco de terceiros é multifacetado e vai além do estereótipo do ransomware. Além de atacantes diretos, envolve SaaS, parceiros logísticos, agências de marketing e consultorias de TI que compartilham dados, acessos e recursos. Com trabalho remoto e nuvem híbrida, 80% das organizações dependem de pelo menos 50 terceiros, criando uma superfície de ataque ampliada e uma propagação potencial de falhas.

Vazamentos em terceiros atuam como porta de entrada para várias ameaças: algoritmos de engenharia social com dados expostos geram phishing hiperpersonalizado; mapas de rede e credenciais vazadas podem facilitar ransomware em cadeia, como observado em incidentes de varejo no Brasil que, em 2023, chegaram a custar até R$ 1 bilhão. Cenários de espionagem industrial e fraudes financeiras também aparecem, com relatos destacando que tais vazamentos alimentam ataques persistentes avançados (APTs) e fraudes transnacionais.

Para mitigar esse panorama, recomenda-se uma abordagem integrada de conscientização que envolva parceiros-chave, cláusulas contratuais com auditorias cibernéticas, certificações como ISO 27001 para fornecedores críticos e avaliações de risco pré-contratuais. No Brasil, alinhar contratos à LGPD é essencial para evitar responsabilidades solidárias. Adicionalmente, medidas técnicas como segmentação de rede, backups imutáveis e monitoramento contínuo com SIEM ampliam a resiliência da organização e reduzem o tempo de detecção e resposta a incidentes.

 

Itshow

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