Tools

News

Notícias

Classificados

Cursos

Broker

IPv4:

IPv6:

 

UpOrDown
Ping
MTR
Smokeping
MTU Detect
Portscan
DNS
HTTP/SSL
My IP
IP Calc
IP Extractor

Representatividade feminina em TI: nasce na infância

Image © Itshow
A representatividade feminina em TI não é apenas uma pauta de recrutamento. Um estudo baseado no episódio 06 do Itshow e no SWAR mostra que a desigualdade começa na infância e se consolidou ao longo de toda a cadeia educativa e organizacional.

A representatividade feminina em TI não se resolve apenas com políticas de recrutamento. Um olhar sobre o episódio 06 da terceira temporada do Itshow revela que o desafio começa na infância, é reforçado pela cultura e se consolida ao longo da educação básica, da universidade e do ambiente corporativo, tornando-se uma questão estratégica de inovação e crescimento.

O debate reforça que é um problema estrutural: o funil de carreira começa com estímulos diferentes para meninas desde cedo, o que reduz, ao longo do tempo, a presença feminina em áreas de tecnologia e engenharia.

Dados do SWAR apresentados durante o episódio indicam gargalos na trajetória: embora as mulheres sejam responsáveis por cerca de 60% das concluintes universitárias, apenas 17% ingressam em cursos de tecnologia e aproximadamente 33% escolhem engenharia, com variações por especialidade.

A infância é o ponto crítico da desigualdade. Brinquedos, linguagem e exemplos culturais moldam a confiança das meninas em áreas técnicas. Conforme Ana Gaspar, “cientificamente não existe talento inato. O que existe é estímulo, oportunidade e treino”.

Na educação STEM, modelos que priorizam competição costumam favorecer meninos, enquanto meninas respondem melhor a propósitos e impactos sociais. Ana Carolina Cardoso aponta que “meninas querem transformar o mundo” e precisam de abordagens que conectem conteúdo técnico a relevância social.

Mesmo nas universidades, a permanência é desafiadora: estima-se que 25% das mulheres desistem no primeiro ano de cursos STEM, citando falta de representatividade, ambientes hostis e ausência de modelos femininos. O mercado de trabalho, por sua vez, registra maior dificuldade de acesso a cadeiras de alta liderança, ampliando o déficit de talentos.

Entre as práticas para mudança, a mentoria desponta como ferramenta efetiva: programas universitários de mentoria apresentam resultados concretos e ajudam no desenvolvimento de autoconfiança e trajetória de carreira. Além disso, é essencial envolver homens como aliados, valorizar soft skills e manter intencionalidade e compromisso de longo prazo para construir um ecossistema de TI mais diverso.

 

Itshow

Related News

New Mexico Co-op Partners with GOCare and Dialpad
Google Removes AI Health Overviews After Investigation
Self-healing networks may fix data by 2026
SDVI Names Eldridge COO
Ben Foster to Lead NTCA Board
Beyond the Cable hits 50th episode milestone

ISP.Tools survives thanks to ads.

Consider disabling your ad blocker.
We promise not to be intrusive.

Cookie Consent

We use cookies to improve your experience on our site.

By using our site you consent to cookies. Learn more