Em 2025, a discussão entre privacidade e vigilância ganha contornos mais complexos, impulsionada por mudanças legislativas, avanços em IA e debates públicos sobre segurança nacional.
No Brasil e na América Latina, mudanças legislativas, como a Lei 15.211/2025, ampliam regras de proteção de dados, enquanto a atuação da ANPD se fortalece, elevando padrões de fiscalização e regulação sobre o tratamento de informações pessoais.
Paralelamente, surgem propostas para limitar o compartilhamento de dados de localização e tornar mais transparentes as decisões que envolvem IA, exigindo que empresas expliquem impactos de algoritmos que afetam cidadãos.
A ascensão da IA traz benefícios, como detecção de fraudes e automação, mas também riscos, exigindo governança ética, transparência e mecanismos de responsabilização para evitar saídas de controle em sistemas de vigilância.
Casos de espionagem digital, incluindo vazamentos massivos de credenciais, destacam vulnerabilidades e o embate entre segurança nacional e direitos individuais, reforçando a necessidade de políticas públicas que protejam cidadãos sem sufocar liberdades.
Além disso, ativismo digital e iniciativas de sociedade civil pressionam por salvaguardas para públicos vulneráveis, transparência regulatória em IA e fiscalização independente, promovendo educação e participação cidadã como pilares do debate.