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Modelo de maturidade de cibersegurança 2026

Image © Itshow
Artigo analisa como escolher e adaptar um modelo de maturidade em cibersegurança, com foco em riscos, governança e eficiência.

A maturidade de cibersegurança deixou de ser debate técnico exclusivo e passou a medir a solidez operacional das grandes organizações. Em um cenário de ataques cada vez mais sofisticados e regulamentações mais rígidas, frameworks de avaliação ajudam executivos a quantificar capacidades, priorizar investimentos e alinhar proteção da informação à estratégia de negócio.

Porém, a simples aquisição de ferramentas não basta. A gestão eficaz exige governança transversal: o CISO coordena políticas, o CIO aponta a interligação com a arquitetura de TI, o CTO analisa impactos em plataformas e o CEO, com o conselho, trata o tema como risco estratégico.

Para escolher o modelo certo, é preciso considerar o setor: finanças requer rastreabilidade e controles de identidade; saúde demanda confidencialidade com disponibilidade; indústria de operações precisa proteger redes de controle; domínios digitais priorizam dados pessoais e prevenção a fraudes. Além disso, critérios como conformidade, custo de implantação, flexibilidade e alinhamento com estruturas existentes orientam a decisão.

Uma vez escolhido, a customização segue: começa-se com diagnóstico do ambiente atual, mapeia ativos, processos e políticas, compara com os requisitos do framework e define um plano escalonado de ações por impacto e viabilidade. A ideia é evoluir de forma sustentável, fortalecendo bases básicas antes de avançar.

Por fim, a integração da segurança com governança de risco cria decisões de negócio mais transparentes: indicadores de exposição, tempo de detecção e conformidade transformam dados técnicos em informações estratégicas para o conselho. E, sem investir em cultura — treinamento, conscientização e liderança engajada — os ganhos tendem a ficar limitados aos aspectos operacionais, não aos resultados de longo prazo.

 

Itshow

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