Tools

News

Notícias

Classificados

Cursos

Broker

IPv4:

IPv6:

 

UpOrDown
Ping
MTR
Smokeping
MTU Detect
Portscan
DNS
HTTP/SSL
My IP
IP Calc
IP Extractor

Justiça pode reavaliar acordo da Oi

Image © Teletime
A 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro aponta que a autocomposição com Anatel, governo e TCU para o fim da concessão pode ser revista, conforme a falência decretada nesta segunda-feira.

Uma das indicações da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, ao decretar a falência da Oi nesta segunda-feira, 10, é que a autocomposição com Anatel, governo e Tribunal de Contas (TCU) para o fim da concessão de telefonia fixa pode ser rediscutida.

A juíza Simone Gastesi Chevrand determinou a indisponibilidade do produto de toda a alienação de bens na recuperação judicial, incluindo a Nio/Oi Fibra e eventuais recebíveis da arbitragem com a Anatel, que discute desequilíbrios na antiga concessão.

Ela criticou o arranjo da autocomposição, argumentando que, sob seus termos, o maior ativo da Oi pode ter saído da empresa sem benefício claro, com a decisão mantendo uma ordem de prioridades: AGU em primeiro lugar, V.tal em seguida e depois investimentos da Oi em políticas públicas; só então os recursos voltariam à empresa.

“Relativamente ao objeto da ‘autocomposição’, não é nada difícil concluir que o maior ativo da Oi foi levado à negociação em que ela mesma não parece ter saído em mínima vantagem”, afirmou a magistrada, chamando o acordo de uma “renúncia de crédito fundamental”.

Segundo a Justiça, a arbitragem envolve cerca de R$ 60 bilhões; os primeiros R$ 7,4 bilhões, caso a Oi vença, estariam vinculados ao pagamento de multas à Anatel e à União. Em seguida, R$ 7 bilhões são destinados a empréstimos da V.tal, com o saldo remanescente potencialmente dividido entre a V.tal e a Oi, de acordo com o acordo da autocomposição.

Preocupada com o peso da autocomposição para a Oi, a 7ª Vara Empresarial já havia tornado o saldo da arbitragem indisponível em setembro; Anatel, V.tal e BID buscaram recursos, mas foram rejeitados. A juíza destacou ainda que o fato de a transação ter sido fechada com verba pública não a torna um “ato de Estado”.

Com a falência, caberá à gestão judicial da Oi conduzir a venda de ativos, incluindo imóveis reversíveis liberados no acordo, agora que a migração de contratos permitiu sua venda futura. Mais de 7 mil imóveis podem ser negociados pela empresa, conforme apurado pela Justiça.

 

Teletime

Notícias relacionadas

Brasil domina velocidade 5G SA na América Latina
Lula ordena apuração de falhas da Enel SP
Apple adota Gemini e exacerba guerra IA
TIM-Winfra avançam 5G no Metrô de São Paulo
IA na saúde acelera P&D médico na CES
Brasil lidera 5G na América Latina, aponta Ookla

O ISP.Tools sobrevive graças aos anúncios.

Considere desativar seu bloqueador de anúncios.
Prometemos não ser intrusivos.

Consentimento para cookies

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência no nosso site.

Ao utilizar o nosso site, você concorda com o uso de cookies. Saiba mais