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IA: o novo limite é a eficiência

Image © Telesintese
Nova geração de modelos mostra que eficiência e co-design substituem a ideia tradicional de que maior escala é sempre melhor.

A discussão sobre scaling laws acompanha a maturidade da IA. Em 2017, o rastreador era simples: mais parâmetros, dados e poder de processamento elevavam o desempenho. Com o tempo, ficou claro que não era apenas uma questão de tamanho, mas de como esse tamanho é explorado.

Entre 2020 e 2022, esse impulso levou à construção de clusters cada vez maiores, elevando consumo de energia e exigindo data centers mais densos. Por um tempo, parecia que a curva só subia com mais escala.

Já entre 2023 e 2024, surgiram dúvidas: custos em ascensão, dados públicos limitados e ganhos marginais menores alimentaram a ideia de um ‘Scaling Wall’. Muitos defenderam modelos menores e especializados, longe da lógica de crescer a qualquer custo.

No entanto, três movimentos discretos começaram a reconfigurar o cenário: curadoria de dados priorizando qualidade, métodos de pré-treinamento mais eficientes e, sobretudo, hardware de última geração. A indústria passou a diversificar acceleradores — TPUs, ASICs e soluções personalizadas — reduzindo a dependência de GPUs únicas para treinar modelos de larga escala.

Esse contexto explica o caso Gemini 3. Mantendo uma ordem de grandeza semelhante de parâmetros à versão anterior, o modelo entrega ganhos significativos em raciocínio, multimodalidade e execução de instruções. Os avanços vieram não do aumento de tamanho, mas de engenharia: dados mais bem selecionados, pipelines de treino mais eficientes, maior paralelismo e TPUs desenhadas para esse tipo de tarefa.

O salto veio do co-design entre hardware, software e treino — não da simples acumulação de capacidade computacional. Eficiência, qualidade de dados e o uso de hardware específico são, hoje, os fatores-chave para a evolução dos modelos.

A IA, portanto, não encontrou um limite definitivo, apenas limites de uma abordagem de escala. Ainda há espaço para progresso quando hardware, dados e algoritmos evoluem juntos.

O próximo salto não virá apenas de modelos maiores, mas de modelos mais inteligentes. Quem dominar o novo regime de eficiência — e não apenas a força bruta — definirá o ritmo da IA no próximo ciclo.

 

Telesintese

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