Adoção de IA na gestão de custos de TI está deixando de ser promessa para se tornar prática aplicada por líderes de tecnologia que buscam reduzir desperdícios e melhorar a eficiência operacional. O tema, em destaque, discute como modelos de IA podem orientar decisões sobre infraestrutura, nuvem e automação de rotinas de TI, com impacto direto no orçamento e na produtividade das equipes.
Entre os pontos de destaque, está a estimativa atribuída pela Gartner de que soluções de otimização baseadas em IA podem reduzir custos de infraestrutura em até 30%, um dado que costuma entrar no radar de CIOs e equipes FinOps como retorno potencial, desde que haja maturidade operacional, dados confiáveis e governança para evitar decisões automáticas fora de contexto.
A ideia central é que a IA transforma telemetria e logs em recomendações objetivas, ajudando a enxergar gargalos, reduzir ociosidade e orientar ajustes de capacidade — especialmente em cenários com elasticidade na nuvem e ambientes híbridos onde a visibilidade acionável nem sempre acompanha a complexidade.
Outro eixo importante é a automação operacional: com IA, tarefas repetitivas de monitoramento, triagem de incidentes e gestão de chamados podem ser automatizadas, liberando a equipe para atividades estratégicas como arquitetura, projetos críticos e melhoria da continuidade.
Por fim, o texto enfatiza a governança: qualquer iniciativa de IA que envolva infraestrutura e operações precisa de regras claras, trilha de auditoria e políticas internas para mitigar riscos. A recomendação é tratar a IA na gestão de custos de TI como uma disciplina de gestão, não apenas como um projeto tecnológico, para sustentar ganhos de eficiência de forma responsável.