A Claro divulgou, na noite de 21 de abril de 2026, resultados do 1º trimestre de 2026: a receita líquida total ficou em R$ 13,326 bilhões, alta de 6,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITDA subiu 5,8% para R$ 5,964 bilhões, mas a margem EBITDA caiu 0,3 ponto percentual, para 44,8% (contra 45,1% há um ano).
No segmento móvel, a receita líquida de serviços avançou 7,8%, totalizando R$ 7,317 bilhões. O crescimento foi impulsionado pela liderança em portabilidade, pela base de pós-pagos mais ampla e por ARPU (receita média por usuário) 4,6% maior. Ao fim do trimestre, a Claro registrou 90,8 milhões de clientes móveis, com 59,7 milhões de linhas pós-pagas (65,7% da base) e 31,1 milhões de pré-pagas.
Já os serviços fixos apresentaram crescimento de 2,3%, somando R$ 5,269 bilhões. A banda larga fixa contribuiu com cerca de 114,8 mil adições líquidas de clientes nos três primeiros meses de 2026. A aquisição da Desktop, anunciada em março, deve ampliar a base no estado de São Paulo. A estratégia de convergência foi reiterada como prioridade, com a base de clientes convergentes crescendo 14,4% em relação ao ano anterior.
No segmento B2B, a Claro Empresas manteve um desempenho robusto, com ritmo consistente de crescimento de receita na comparação anual. O grupo destacou um projeto em que o Banco do Brasil escolheu a divisão para implantar uma nova rede SD-WAN, conectando aproximadamente 5 mil unidades de atendimento no país. A adesão da Claro Empresas ao programa NVIDIA Cloud Partner também foi apontada como marco estratégico.
A empresa reforça o foco na convergência entre serviços residenciais e móveis, além de continuar investindo para ampliar a sua base de clientes e a qualidade de rede, tanto no móvel quanto no fixed, buscando sustentar o crescimento nos próximos períodos.