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Ameaças cibernéticas e oportunidades no Agro 2026

Image © Itshow
A digitalização do agronegócio brasileiro avança com drones, IoT e IA, mas também eleva a importância da proteção cibernética para o setor de TI.

O agronegócio brasileiro atravessa uma fase de inflexão tecnológica, impulsionada pela necessidade de aumentar a resiliência diante de eventos climáticos e melhorar a eficiência por meio de sensores, IA e plataformas de gestão integrada.

Entre 2014 e 2024, perdas de soja chegaram a cerca de 160 milhões de toneladas, com prejuízos superiores a US$ 80 bilhões, impulsionando a adoção de soluções digitais nas lavouras e fortalecendo a projeção de IA para previsões climáticas, gestão de dados e automação agrícola.

Os drones agrícolas ganharam espaço no campo: o número de unidades em operação subiu de aproximadamente 3 mil em 2021 para cerca de 35 mil em 2025, gerando um mercado de aproximadamente US$ 77 milhões. Cada drone opera com GPS de alta precisão, plataformas de planejamento de voo e conectividade IoT, com exigências de rastreabilidade para operações de pulverização.

Iniciativas internacionais moldam o ecossistema de inovação: o IDB Invest anunciou a criação do primeiro hub de inteligência artificial na Coreia do Sul para a transformação digital do agronegócio latino-americano, com investimentos de US$ 20 milhões; a Universidade Agrícola de Nanjing apresentou o Sinong, o primeiro LLM de código aberto dedicado ao setor agrícola; e a IoTag foi selecionada pelo John Deere Startup Collaborator 2026, trazendo resultados como redução de 88% nos custos de manutenção e 91% de assertividade em alarmes preditivos.

Cibersegurança se consolidando como prioridade: dados de 2023 indicam que o agronegócio responde por 10% dos casos de ransomware no Brasil; 80% dos executivos apontam a proteção digital como principal obstáculo para a aplicação de IA. A digitalização amplia a superfície de ataque, exigindo soluções como firewalls industriais, detecção de intrusões, criptografia e estratégias de segurança em nuvem, além de rastreabilidade para atender padrões europeus no novo acordo Mercosul-União Europeia.

Em síntese, TI e agronegócio caminham juntos como um único sistema, cuja robustez depende de infraestrutura digital, profissionais especializados e estratégias de proteção cibernética para manter o campo conectado, seguro e produtivo em 2026 e nos anos seguintes.

 

Itshow

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