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Nanotecnologia revoluciona segurança alimentar no agro

Image © Itshow
Pesquisadores do IFSC/USP, em cooperação com o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (LIINT), apresentam uma abordagem que utiliza nanofibras associadas a bacteriófagos para combater Salmonella e Escherichia coli na cadeia de alimentos, abrindo caminho para embalagens mais seguras e maior rastreabilidade no agronegócio brasileiro.

Pesquisadores do IFSC/USP, com colaboração do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (LIINT) em Portugal, apresentaram um sistema que utiliza nanofibras biofuncionais associadas a bacteriófagos — vírus que atacam bactérias — para reduzir patógenos na cadeia de alimentos. Em testes simulando a produção, transporte e distribuição, Salmonella e Escherichia coli tiveram redução significativa, sinalizando uma nova fronteira para a segurança alimentar.

A tecnologia funciona ao combinar barreiras físicas das nanofibras com a ação seletiva dos bacteriófagos, criando um sistema antimicrobiano natural que pode substituir parte de conservantes químicos. Esse avanço também aponta para embalagens mais limpas, maior aceitação do consumidor e menor impacto ambiental, contribuindo ainda para a extensão da vida útil de produtos alimentícios.

Para levar a inovação à escala industrial, é essencial consolidar uma infraestrutura digital robusta. O Brasil deverá colher entre 322 e 336 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/25, pressionando a adoção de tecnologias confiáveis de rastreabilidade para atender mercados internacionais, como a União Europeia, que impõe padrões rigorosos sob a lógica Farm to Fork. Dados de exportação no período recente já evidenciam essa demanda crescente.

A digitalização da produção impõe novos modelos de segurança: IoT para monitoramento de condições, blockchain para registros imutáveis e IA para detecção de contaminações. À medida que operações tornam-se mais conectadas, a proteção de dados — incluindo laudos, certificações e registros de conformidade — passa a ser tão crucial quanto a qualidade física do alimento. A norma de rastreabilidade brasileira, vigente desde 2018, exige o arquivamento de informações por períodos prolongados, elevando o papel da TI segura e auditável.

O setor de TI encontra oportunidades significativas no caminho para a escala. Parcerias com provedores de nuvem, empresas de segurança de dados e integradores de sistemas serão fundamentais para conectar dados de nanotecnologia a plataformas de rastreabilidade seguras. A combinação de blockchain com monitoramento em tempo real aparece como estratégia-chave para atender às exigências dos mercados europeu e norte-americano, ao mesmo tempo em que reduz riscos de adulteração de dados ao longo da cadeia de suprimentos.

 

Itshow

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