O cenário regulatório global passou por mudanças significativas, pressionando empresas de TI a se adequarem a novas normas de privacidade, segurança e governança de dados. Regulamentações como GDPR na União Europeia e LGPD no Brasil demonstram a tendência de exigir mais transparência e responsabilidade no tratamento de dados pessoais.
Além da privacidade, governos também reforçam a cibersegurança, exigindo controles mais rígidos, auditorias regulares e notificação de incidentes. Empresas de TI devem investir em criptografia, autenticação multifatorial e soluções de gestão de identidade e acesso (IAM), equilibrando segurança e inovação.
A evolução das regulações em IA e automação cria novos desafios. Reguladores estão discutindo padrões éticos e de responsabilidade para sistemas de IA, o que pode exigir explicações sobre funcionamento, dados usados e decisões automatizadas, impactando governança e design de produtos.
No Brasil, a LGPD continua influenciando práticas de governança de dados, enquanto empresas que atuam em múltiplos mercados precisam adaptar infraestrutura para cumprir requisitos regionais. Contratos com clientes e fornecedores também passam por revisões para assegurar conformidade.
Para manter competitividade, as organizações devem adotar uma postura proativa: investir em tecnologias de segurança, políticas de governança de dados robustas e treinamento de equipes. O ambiente regulatório dinâmico pode, na prática, tornar-se um diferencial estratégico para o setor de TI.