Em março de 2026, a digitalização do agronegócio brasileiro ganhou um marco de eficiência: máquinas equipadas com telemetria e IoT agrícola passaram a economizar cerca de 20 mil litros de diesel por equipamento, em uma safra de 2 mil horas de trabalho.
Considerando o preço do diesel de aproximadamente R$ 6,15 por litro, segundo a ANP, a economia por máquina fica em torno de R$ 123 mil por safra, impulsionando investimentos em infraestrutura de TI rural e em cibersegurança no campo.
Os equipamentos modernos utilizam sensores inteligentes, telemetria em tempo real e plataformas de gestão em nuvem para otimizar rotas, velocidade e consumo energético, conectando-se a ERPs corporativos e a soluções de gestão de frota. Relatórios indicam ganho de eficiência de até 82% na substituição de máquinas antigas por modelos conectados.
A transformação exige uma arquitetura de TI robusta, com conectividade estável em áreas rurais e camadas de proteção cibernética, incluindo criptografia ponta a ponta, controle de acesso a sistemas e governança de dados para mitigar riscos de ataques a plataformas de gestão.
Além dos ganhos operacionais, a digitalização traz impactos positivos em ESG, reduzindo emissões e fortalecendo compromissos de sustentabilidade. Empresas do setor vêm estruturando equipes de TI ou contratando serviços gerenciados para sustentar a transformação digital no agronegócio.