O panorama de cibersegurança em 2026 aponta que apenas aumentar a equipe ou as ferramentas não basta. Ataques tornaram-se mais profissionais, exigindo foco em governança, execução eficaz e redução de exposição em tempo real.
As lacunas de competências nas equipes de segurança crescem conforme a IA se torna parte do dia a dia. Domínios como identidade, cloud, engenharia de detecção e resposta a incidentes são críticos para diminuir o tempo de triagem e a contenção segura. Organizações que investem em upskilling costumam ver backlog de vulnerabilidades reduzir e menos falsos positivos.
Quanto ao Attack Surface Management, muitos programas entregam visibilidade, mas não demonstram uma redução objetiva de risco. O ROI precisa medir o tempo para atribuir ownership, descomissionar ativos sem dono e reduzir ativos realmente críticos, sob pena de apenas gerar dashboards sem efeito real.
Phishing com uso de nuvem confiável, como serviços de Google Cloud, já foi observado para parecer notificações legítimas e facilitar o roubo de credenciais. Defesas recomendadas incluem MFA robusto a phishing, políticas de acesso condicional, detecção de login anômalo e educação contínua sobre sinais de autenticação e contexto.
Casos de ransomware em escala continuam a reforçar que segurança é processo e governança, não apenas tecnologia. A organização deve reforçar controles de acesso, segmentação, backups imutáveis e exercícios de resposta a incidentes para limitar interrupções e manter a continuidade do negócio.