Tools

News

Notícias

Classificados

Cursos

Broker

IPv4:

IPv6:

 

UpOrDown
Ping
MTR
Smokeping
MTU Detect
Portscan
DNS
HTTP/SSL
My IP
IP Calc
IP Extractor
Uptime Monitor

Brasil vira polo digital sul-americano

Image © Telesintese
Relatório britânico sugere que o Brasil pode se consolidar como polo regional de telecomunicações, data centers e infraestrutura de dados até 2055, apoiado por energia renovável e expansão da conectividade.

Conectividade e digitalização

O Global Strategic Trends Out to 2055, elaborado pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, aponta que a conectividade será elemento central para o crescimento econômico regional. Mesmo com ampla difusão da telefonia móvel, a América Latina apresenta desigualdades no acesso à internet: 71% da população urbana é conectada, contra 37% no meio rural. O estudo alerta que manter essas lacunas até 2055 pode limitar inovação, produtividade e crescimento, tornando essencial a expansão de redes móveis de nova geração e da banda larga fixa no Brasil.

O documento ainda indica que gerações sem fio futuras, como o 6G prevista para a segunda metade da década de 2030, poderão elevar a velocidade, capacidade e aplicações de IA, cidades inteligentes e automação industrial, fortalecendo o papel do Brasil no ecossistema regional.

Energia renovável e data centers

Outro eixo estratégico é a transição energética global. A rápida expansão de energia solar e eólica pode tornar regiões com abundância de fontes renováveis destinos prioritários para infraestrutura digital intensiva em energia. Dados apontam que data centers consomem entre 1% e 1,5% da eletricidade global e respondem por até 2% das emissões de gases de efeito estufa. Com o aumento de serviços em nuvem, IA e processamento de grandes volumes de dados, a demanda por energia tende a crescer.

A matriz brasileira, com forte participação de hidrelétricas e o avanço de solar e eólica, pode oferecer vantagens competitivas para atrair investimentos em data centers e infraestrutura de processamento, desde que se mantenha segurança energética e regulação estável.

Dependência tecnológica e competição geopolítica

O relatório observa que vários países latino-americanos recorrem à China para fornecimento de infraestrutura digital. Embora essa cooperação possa ampliar conectividade a curto prazo, existem riscos ligados à dependência tecnológica e a vulnerabilidades estratégicas. A competição tecnológica global também se intensifica pela concentração de minerais como cobre, lítio, níquel e terras raras, com demanda projetada para crescer substancialmente até 2050.

Para o Brasil, a combinação de recursos naturais estratégicos, mercado interno robusto e potencial energético pode elevar sua posição no ecossistema digital global, desde que desafios estruturais — como desigualdade digital e necessidade de investimento em P&D — sejam enfrentados.

Infraestrutura e riscos climáticos

O crescimento populacional, urbanização e eventos climáticos extremos exigirão investimentos contínuos em infraestrutura física, incluindo redes de energia e telecomunicações. A resiliência dessas redes será crítica para sustentar a digitalização até 2055. O estudo afirma que a capacidade de influenciar normas técnicas e manter autonomia em infraestrutura digital pode definir o posicionamento dos países na economia digital das próximas décadas.

 

Telesintese

Related News

Password managers' zero-knowledge promises questioned
Most VMware Users Continue Cutting Footprint
ICN wraps up long-distance voice migration
Astound to Start Work in Nisqually Region
Urgency fuels Ezee Fiber’s expansion
Ars Technica Retracts AI Hit Piece Story

ISP.Tools survives thanks to ads.

Consider disabling your ad blocker.
We promise not to be intrusive.

Cookie Consent

We use cookies to improve your experience on our site.

By using our site you consent to cookies. Learn more