A Vivo encerrou 2025 com 31 milhões de casas passadas com fibra óptica até a residência, (+6,4%), e 7,8 milhões de assinantes, com 833 mil ativados no ano. O parque de FTTH da operadora segue crescendo, ampliando o alcance da rede entregue aos consumidores.
A participação de mercado da Vivo em fibra chegou a 19,3%, ainda considerada baixa pelo CEO, que comparou com líderes globais: Espanha em torno de 34%, França 39% e Japão 57%.
Gebara ressaltou que a Vivo tem capacidade para quase dobrar a infraestrutura de FTTH e chegar a 60 milhões de casas passadas, mas afirmou que o cenário mais factível é ficar perto de 45 milhões, mantendo o Brasil em um patamar intermediário diante de um mercado ainda fragmentado e com tendência de consolidação, no qual a Vivo pode participar.
Sobre a participação na V.tal, o executivo deixou claro que não há interesse em comprar os 27,26% detidos pela Oi. Ele destacou que seria impróprio ser acionista minoritário em uma empresa de infraestrutura que também atende clientes B2C, lembrando que a Nio também faz parte do grupo V.tal.
Em coletiva, Gebara ainda informou que as vendas de cobre e imóveis devem acelerar a partir do 2º trimestre, como parte da migração da telefonia fixa. A Vivo pretende levantar R$ 1,5 bilhão no mercado de imóveis e estima que as vendas ocorram de forma disciplinada conforme clientes migram para outras tecnologias. No caso do cobre, a empresa espera alcançar R$ 3 bilhões em vendas até 2028, acompanhando a valorização do metal no mercado.