A Vivo divulgou, nesta segunda-feira (23), os resultados financeiros referentes a 2025. No total do ano, a operadora registrou faturamento líquido de R$ 59,595 bilhões (+6,7%) e lucro líquido de R$ 6,168 bilhões (+11,2%).
No quarto trimestre, a receita líquida somou R$ 15,611 bilhões (+7,1% na comparação com o mesmo período de 2024) e o lucro líquido foi de R$ 1,877 bilhão (+6,5%).
O Ebitda ficou em R$ 24,822 bilhões no acumulado do ano, com margem de 42,9%. Após arrendamentos, a margem fica em 33,8%. Em 2025, foram investidos R$ 9,270 bilhões, com capex/receita de 15,6% (redução de 0,9 p.p. no ano).
No segmento móvel, a Vivo fechou 2025 com receita de R$ 38,383 bilhões (+6,6%); o quarto trimestre contribuiu com R$ 9,841 bilhões (+7%). A base móvel atingiu 103 milhões de clientes, dos quais 70,8 milhões são pós-pagos e cerca de 32 milhões, pré-pagos. A ARPU móvel ficou em R$ 31,8.
Em 2025, as receitas com o pós-pago subiram 9,5% (para R$ 32,948 bilhões), enquanto as de pré-pago recuaram 8,4% (R$ 5,435 bilhões). A empresa continua migrando clientes de pré para pós-pago e controle. No varejo de aparelhos, a Vivo registrou R$ 3,946 bilhões em 2025 (+5,8%), com avanço de 13,7% no 4º trimestre.
Na área fixa, a Vivo teve crescimento superior ao móvel, com R$ 17,266 bilhões em receitas (+7,3%). O destaque foi a fibra FTTH, que cresceu 10,4% (R$ 7,828 bilhões). Ao fim de 2025, a operadora somava 7,8 milhões de clientes de banda larga e 31 milhões de domicílios passados com fibra, sendo 4,9 milhões de acessos convergentes.
O presidente Christian Gebara ressaltou que a Vivo alcançou um dos melhores resultados financeiros de sua história, impulsionado por inovação, expansão da rede 5G, maior cobertura de fibra e fortalecimento do portfólio digital.
A remuneração aos acionistas somou R$ 6,4 bilhões em 2025, com payout de 103,4% do lucro líquido.