A Vivo, controlada pela Telefônica Brasil, anunciou o início de um novo programa de recompra de ações com teto de 1 bilhão de reais, para até 42,86 milhões de ações ordinárias, a serem adquiridas a preços de mercado.
O plano, aprovado pelo conselho de administração, terá vigência até 22 de fevereiro de 2027 e prevê readquirir os papéis com o objetivo de mantê-los em tesouraria, para eventual cancelamento ou alienação, sem redução do capital social.
Os recursos para a recompra deverão ser retirados da reserva estatutária de lucros e, se necessário, do resultado do exercício social em curso, conforme comunicado pela Vivo.
A operação será intermediada por instituições financeiras como Ágora Corretora (Bradesco), BTG Pactual, Citigroup Global Markets Brasil, Itaú Corretora e Morgan Stanley.
Como referência, o programa anterior, em vigor desde fevereiro do ano passado, resultou na recompra de 49,61 milhões de ações, das quais 34,74 milhões foram canceladas em 24 de julho de 2025. O restante pode permanecer em tesouraria, ser cancelado ou alienado.