O Grupo TIM encerrou 2025 registrando uma receita total de €13,7 bilhões e EBITDA de €3,7 bilhões, com crescimento orgânico de 2,7% ante 2024, conforme divulgado hoje.
A dívida líquida ajustada ficou em €6,85 bilhões no fim do exercício, mantendo a alavancagem abaixo de 1,9x, com o grupo afirmando ter cumprido as metas anunciadas pelo quarto ano consecutivo.
O EBITDA consolidado somou €4,35 bilhões em base orgânica, uma alta de 6,4%, enquanto os investimentos (Capex) totalizaram €1,903 bilhão — equivalente a 13,9% da receita. O fluxo de caixa livre para o acionista ficou positivo em €0,7 bilhão no ano, e o OFCF atingiu €1,9 bilhão.
Na TIM Itália, a receita foi de €9,543 bilhões, com alta de 1,9% em base comparable após a alienação de ativos, e o EBITDA atingiu €2,03 bilhões, crescimento de 5,1%. No segmento Consumer as receitas somaram €6,02 bilhões (-0,9%), com ARPU fixo subindo 5,1% e ARPU móvel avançando 0,4%; o churn móvel caiu para 18,5% (19,4% em 2024). A unidade Enterprise registrou receita de €3,52 bilhões, alta de 7%, com crescimento de 8,6% de serviços, enquanto o cloud cresceu 24%.
A TIM Brasil, segundo ativo do grupo, ficou acima da matriz em 2025, com lucro líquido normalizado de R$ 4,343 bilhões e receita de R$ 26,6 bilhões, altas de 37,4% e 4,6%, respectivamente.
O conselho aprovou uma recompra de até €400 milhões em ações, correspondente a até 700 milhões de ações ordinárias, condicionada à conclusão da venda da Sparkle. Também será proposto um grupamento de ações na proporção de 1 para 10. Para 2026, o grupo projeta receita entre 2% e 3% de crescimento, EBITDA after lease entre 5% e 6% e redução da alavancagem para abaixo de 1,7x.