Em 2026, as lideranças de TI precisam equilibrar a inovação tecnológica com a proteção robusta de dados e sistemas, reconhecendo que ataques cibernéticos estão mais sofisticados e que a transformação digital não pode parar.
A evolução da cibersegurança exige uma postura proativa, com detecção de ameaças baseada em IA e capacidades de resposta rápida, para manter a agilidade necessária à inovação sem abrir brechas para ransomware ou phishing.
Na prática, as equipes devem adotar tecnologias como inteligência artificial, 5G e computação em nuvem, integrando-as de modo a não comprometer a segurança, por meio de arquiteturas de Zero Trust e automação de controles.
Além disso, a gestão de riscos ganha novo peso: vazamentos, privacidade e conformidade com regulações, como o GDPR, passam a guiar decisões de TI, exigindo monitoramento contínuo e governança mais rigorosa.
Para avançar com equilíbrio, as empresas devem combinar segurança de ponta a ponta com inovação responsável, promovendo transformações digitais controladas que protegem ativos estratégicos e dados de clientes.