Os principais veículos de comunicação dos EUA veem sinais de cortes de pessoal na Oracle, em linha com o que ocorreu na AWS, atribuindo a possibilidade à pressão de caixa gerada pela expansão de data centers dedicados à inteligência artificial.
Entre as informações circulando, destaca-se o suposto contrato de US$ 300 bilhões com a OpenAI, proprietária do ChatGPT, que alimenta as dúvidas sobre a capacidade da Oracle de arcar com tais custos de infraestrutura.
Em dezembro, a Oracle informou que os gastos de capital para o ano fiscal de 2026 poderiam ficar US$ 15 bilhões acima dos US$ 35 bilhões estimados durante a teleconferência de resultados do primeiro trimestre.
Segundo a Bloomberg, as demissões poderiam abranger diversas divisões da Oracle e já estariam em discussão para implementação neste mês. A empresa também teria anunciado internamente uma revisão de vagas na divisão de nuvem, desacelerando ou congelando contratações.