A Tele.Síntese entra em recesso e antecipa o retorno para o dia 5 de janeiro, mantendo o padrão de cobertura especializada que a caracteriza.
Ao fechar 2025, o portal reforça que a experiência humana é marcada pela impermanência, enquanto a tecnologia atua para organizar processos, aproximar pessoas e ampliar direitos — sempre com responsabilidades compartilhadas pela sociedade.
O ano foi marcado pela perda de Miriam Aquino, cofundadora, em janeiro, que interrompeu não apenas uma trajetória pessoal, mas um modo de jornalismo pautado pela independência e pela credibilidade. Em março, a retomada ganhou fôlego com a parceria entre Flávio Lang e Diego Aquino, filho de Miriam, que assumiram a gestão para preservar o legado e abrir caminho para um novo ciclo.
Em 2025, os encontros presenciais voltaram com força, fortalecendo o diálogo entre leitores, parceiros e fontes. A Tele.Síntese agradece o apoio dos patrocinadores, ressaltando que os resultados são frutos de trabalho em equipe, respeito à diversidade de visões e compromisso editorial.
Encerrar o ano para a publicação é reconhecer fragilidade e resiliência que convivem na mesma história — e reafirmar que projetos coletivos sobrevivem quando há propósito, responsabilidade e pessoas dispostas a cuidar do que foi iniciado.
Neste fim de 2025, o Tele.Síntese deseja boas festas a leitores, parceiros e fontes, com o desejo de que 2026 seja marcado por mais diálogo, mais discernimento no uso da tecnologia e mais atenção ao que nos constitui como sociedade. Entramos em recesso, mas de plantão, com olhos e ouvidos atentos, e voltamos em 5 de janeiro com a cobertura especializada que nos caracteriza.