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Anatel: novo ciclo foca resiliência da infraestrutura

Image © Telesintese
Gustavo Santana Borges, da Anatel, afirma que o Brasil encerra o ciclo de expansão da conectividade para iniciar uma fase centrada em resiliência, atração de investimentos e distribuição da infraestrutura digital.

Gustavo Santana Borges, superintendente executivo da Anatel, abriu o Capacity Latam em São Paulo destacando que o Brasil concluiu um ciclo de quase 30 anos de expansão da conectividade e, a partir de agora, deverá priorizar redundância, atração de investimentos e capacidade de resposta a falhas na infraestrutura digital.

Ainda conforme Borges, a trajetória recente do setor mostra uma transição de um estágio em que o desafio era levar acesso à telefonia para um cenário em que a fibra óptica se tornou a espinha dorsal da conectividade. O país avançou com privatizações e com a existência da Anatel, ampliando a infraestrutura de telefonia fixa, mobilidade e banda larga; hoje o 4G chega a todos os municípios, e a implantação do 5G está prevista para ocorrer até 2030 em todo o território.

O superintendente ressaltou que o ciclo básico de expansão de conectividade foi cumprido, ainda que persistam desafios em áreas rurais e com logística difícil. “Aquele ciclo de levar a infraestrutura para o Brasil, colocar o país em uma situação moderna, ele foi cumprido”, disse, associando esse progresso ao avanço da fibra óptica, que hoje sustenta uma malha extensa de redes públicas e privadas.

Entre exemplos de interiorização, Borges citou o projeto Norte Conectado, desenvolvido no âmbito das obrigações do edital do 5G, que busca levar conectividade pelos rios da Amazônia. Ele acredita que essa malha pode, no futuro, ampliar conexões em direção ao Pacífico e favorecer uma maior integração latino-americana, contribuindo para a resiliência regional da infraestrutura digital.

Sobre a próxima fase, o executivo afirmou que a resiliência passa a orientar a agenda: maior número de data centers, mais cabos e maior diversidade de ativos e rotas, com distribuição geográfica ampliada. “Quanto mais data centers, melhor. Quanto mais cabos, melhor. Quanto mais diversidade, melhor. quanto mais distribuição geográfica, melhor”, afirmou, destacando que interrupções em apps e serviços como o WhatsApp ou o Pix já provocam impactos em nível nacional.

Para viabilizar esse novo ciclo, Borges destacou a necessidade de políticas públicas de previsibilidade regulatória e de atrair capital, mencionando a política para data centers e cabos submarinos em construção no Ministério das Comunicações (MCom) e o regime especial em discussão no Congresso. O superintendente ressaltou também que a América Latina possui condições para captar investimentos, desde o potencial de mercado até ganhos de produtividade, desde que se enfrentem entraves concretos e se consolide um ambiente regulatório estável.

 

Telesintese

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