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Plataformas dominam informação no Brasil

Image © Teletime
Estudo do CETIC.br aponta que plataformas digitais são hoje a principal via de acesso à informação entre brasileiros com 16 anos ou mais, superando rádio e televisão.

Uma pesquisa divulgada pelo Cetic.br aponta que as plataformas digitais já são o principal meio de acesso à informação para brasileiros com 16 anos ou mais, superando mídias tradicionais como rádio e televisão. O levantamento mostra que 72% dos usuários de Internet acessam informações diariamente por redes sociais, incluindo vídeos curtos (53%), plataformas de vídeo (50%) e feeds de notícias (46%). Além disso, aplicativos de mensagem como WhatsApp também têm forte presença, com 60% de uso diário para esse fim. Já rádio e televisão aparecem em 58% dos entrevistados, enquanto jornais e revistas somam 34% (versões impressas ou digitais).

O estudo aponta uma consolidação da agenda de integridade informacional no debate público, com o tema ganhando espaço no Congresso devido a questões de desinformação e de como os algoritmos amplificam conteúdos. O consumo de informação varia conforme o perfil socioeconômico, com usuários das classes AB apresentando maior frequência de acesso a conteúdos informativos, especialmente em sites de notícias. Ainda assim, dois terços dos brasileiros conectados (65%) afirmam consumir diariamente notícias produzidas por veículos jornalísticos, embora esse número caia para 46% entre jovens de 16 a 24 anos.

A desconfiança em relação ao conteúdo também é relevante: metade dos entrevistados disse desconfiar de conteúdos publicados por diferentes fontes, inclusive imprensa tradicional, influenciadores e plataformas de vídeo. Segundo Fabio Senne, coordenador geral de pesquisa do Cetic.br, os resultados refletem uma tendência de queda no engajamento com mídias tradicionais, sobretudo entre os mais jovens, e indicam uma menor disposição para verificar a veracidade das informações — 34% concordam, total ou parcialmente, que não vale a pena pesquisar se o que recebem é verdadeiro ou falso, e 30% afirmam não ter interesse nesse tipo de verificação.

No campo do entendimento, o estudo mostra limitações sobre o funcionamento das plataformas: 61% concordam que redes sociais são gratuitas porque ganham dinheiro com publicidade; 50% acreditam que conteúdos mais compartilhados são, por si só, mais confiáveis; e 45% acreditam que diferentes pessoas encontram as mesmas informações ao pesquisar na Internet. A agenda de integridade da informação continua a pautar o debate público, com especialistas destacando a necessidade de conteúdos plurais e baseados em evidências.

Além disso, o levantamento aponta impactos tecnológicos: 41% dos entrevistados mencionam contato diário com deepfakes, e 47% afirmam já ter utilizado ferramentas de IA generativa. A pesquisa foi realizada entre agosto e setembro de 2025, com 5.250 usuários de Internet em todo o país, e também aborda o papel de tecnologias emergentes, como o marco regulatório de IA em tramitação na Câmara dos Deputados. “Esse é um ponto de atenção para as políticas públicas no campo”, ressalta Fabio Senne, do Cetic.br, que reconhece a ligação do centro com NIC.br e CGI.br.

 

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