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Origem planeja estocar gás para data centers

Image © Telesintese
A Origem Energia divulgou planos de investir até US$ 150 milhões em reservatórios subterrâneos de gás natural em Alagoas, com o objetivo de reforçar o sistema elétrico, atenuar picos de preço e apoiar a operação de data centers de alto consumo energético.

A Origem Energia revelou planos de aplicar até US$ 150 milhões em um projeto de armazenamento subterrâneo de gás natural em reservatórios esgotados de Alagoas, com o objetivo de reforçar o sistema elétrico, reduzir custos de suprimento em momentos de pressão na rede e apoiar a instalação de data centers com alto consumo de energia.

A empresa fundamenta a estratégia na lógica de que, à medida que a participação de fontes renováveis intermitentes cresce, aumenta a necessidade de mecanismos de respaldo para manter o fornecimento estável. No caso da Origem, o gás estocado seria usado tanto como hedge de preços quanto como reserva de resposta rápida para usinas termelétricas quando a oferta estiver mais apertada.

Segundo o CEO Luiz Felipe Coutinho, o projeto envolve não apenas armazenar o gás produzido pela companhia, mas também contratar suprimentos da rede quando os preços estiverem mais baixos, para evitar picos de preço. “Planejamos transformar o hub da Origem em Alagoas na maior bateria do sistema elétrico brasileiro”, disse Coutinho. “O armazenamento é a bateria mais barata que existe”.

O plano também está ligado à atração de data centers, que demandam fornecimento contínuo de energia 24 horas por dia. A viabilidade de tais empreendimentos depende de manter a carga mesmo quando a geração eólica e solar recua, o que reforça o papel do armazenamento subterrâneo de gás como mecanismo de previsibilidade para o abastecimento de usinas térmicas.

Além de ampliar segurança energética, a iniciativa busca mitigar gargalos de infraestrutura. O Brasil depende de gás importado em períodos de pressão sobre o sistema, e uma estrutura de armazenamento em Alagoas permitiria melhor gestão do suprimento e menor exposição a oscilações de preço, além de ajudar a reduzir gargalos logísticos do transporte de gás.

A primeira fase, com capacidade de 60 milhões de metros cúbicos, pode entrar em operação em três a quatro meses. A Origem informou que sua produção vem crescendo cerca de 30% ao ano e hoje registra 14.500 barris por dia de petróleo e gás natural equivalente, com perspectiva de crescimento significativo.

 

Telesintese

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