As ações da Oi, tanto ordinárias (OIBR3) quanto preferenciais (OIBR4), deixaram de ser negociadas na B3 na última segunda-feira, 12, após a operadora não conseguir reenquadrar o preço de suas ações para o patamar mínimo de R$ 1,00.
Em comunicado, a B3 explicou que as ações entraram em regime de leilão com o fechamento dos negócios ao fim do pregão, e que o retorno dependerá do reenquadramento da cotação para valor igual ou superior a R$ 1,00 por unidade.
A Oi chegou a apresentar uma proposta de grupamento de ações na proporção de 25 para 1, mas não houve quórum suficiente na assembleia para deliberar sobre a medida.
A bolsa lembrou que a operadora tinha prazo para recuperar a cotação: até 19 de novembro de 2025, conforme notificações anteriores, com a cotação já abaixo de R$ 1 desde 1º de abril de 2025. Em junho de 2025, a B3 notificou a Oi sobre a cotação abaixo do mínimo.
Não é a primeira vez que a cotação da Oi é ajustada por meio de grupamento: ações similares já foram aprovadas em maio de 2024 (proporção de 10 para 1) e, anteriormente, em dezembro de 2022, como medida técnica para corrigir o valor de mercado.