Tools

News

Notícias

Classificados

Cursos

Broker

IPv4:

IPv6:

 

UpOrDown
Ping
MTR
Smokeping
MTU Detect
Portscan
DNS
HTTP/SSL
My IP
IP Calc
IP Extractor
Uptime Monitor

Divergência MME e Aneel sobre cessão de postes

Image © Teletime
O Ministério de Minas e Energia abriu divergência com a Aneel sobre a obrigatoriedade de cessão do direito de exploração dos postes, sinalizando alinhamento com a Anatel e a visão da AGU.

A Consultoria Jurídica do Ministério de Minas e Energia abriu divergência de entendimento sobre a obrigatoriedade ou não de ceder o direito de exploração dos postes, frente à posição da Aneel e da Advocacia-Geral da União (AGU). A divergência, formalizada no último dia 13, pode alterar o equilíbrio jurídico que hoje favorece a tese da Aneel frente à Anatel.

Segundo o contexto, a Aneel e a PGF — ligadas às procuradorias das respectivas agências — entendem que o Decreto 12.068/2024 não obriga as concessionárias de energia a cederem o direito de exploração dos postes. No fim de 2025, esse entendimento levou a Aneel a adotar uma posição diferente da Anatel no Regulamento Conjunto de Exploração de Postes.

A nova manifestação do MME, enviada à AGU nesta semana, pede à Consultoria Nacional da União de Uniformização que emita uma opinião sobre quem tem razão no conflito. A iniciativa, previamente aventada pelo TELETIME, pode levar a uma decisão final pelo Advogado-Geral da União, Jorge Messias, caso a CGU alinhe-se com a linha da Aneel e da PGF.

Caso a Conselheira Geral da União fique ao lado de Aneel e PGF, a tese da cessão obrigatória para uma entidade neutra pode ser reconhecida, o que exigiria uma revisão regulatória pela Anatel. Inversamente, se prevalecer a visão do MME — que também é defendida pela Anatel — a cessão poderia ser imposta legalmente, deixando o caso sujeito a decisão de Messias.

A discussão envolve, sobretudo, a relação entre política pública setorial e decisões regulatórias. O MME sustenta que o Decreto 12.068/2024 impõe a cessão de infraestrutura a uma pessoa jurídica distinta, defendendo a criação de uma figura de gestor de infraestrutura para profissionalizar a administração do ativo e reduzir conflitos de interesse. A possibilidade de facultatividade, por sua vez, pode levar as distribuidoras a manter a prática de não ceder a exploração, limitando o potencial de inovação regulatória.

 

Teletime

Related News

Fiber's 2026 Breakthrough Year
Renters Expect Instant Connectivity Now
ICN Upgrades Iowa Capitol Safety Systems
Ripple Fiber Breaks Ground in Federal Way
Accenture to Acquire Ookla for $1.2B
BEAD Approvals Finalize Alaska and Washington Plans

ISP.Tools survives thanks to ads.

Consider disabling your ad blocker.
We promise not to be intrusive.

Cookie Consent

We use cookies to improve your experience on our site.

By using our site you consent to cookies. Learn more